
A dissertação de Mestrado de autoria de Flora Lorena Branco Muller e orientada pela Professora Kátia Maheirie foi defendidada no ano de 2013 e tem o seguinte resumo:
ESTA PESQUISA TEVE COMO OBJETIVO INVESTIGAR A RELAÇÃO DE MORADORES DE UM BAIRRO DA PERIFERIA DE FLORIANÓPOLIS COM ESTA CIDADE. ESTE TRABALHO ESTÁ ANCORADO NA PERSPECTIVA DA PESQUISA-INTERVENÇÃO, SOB A ÓTICA DA PSICOLOGIA SÓCIO-HISTÓRICA. A CIDADE É AQUI ENFRENTADA COMO LUGAR DE CONTRADIÇÕES, ONDE CIRCULAM OS DIVERSOS BENS CULTURAIS E MATERIAIS PRODUZIDOS PELA HUMANIDADE, MAS, CONCOMITANTEMENTE, A URBE TAMBÉM É O LOCAL ONDE AS DESIGUALDADES SOCIAIS FICAM EVIDENCIADAS. PARA O PROCESSO DE PRODUÇÃO DE INFORMAÇÕES FORAM REALIZADOS ENCONTROS SEMANAIS, TAMBÉM CHAMADOS DE OFICINAS ESTÉTICAS, NUMA ONG DO BAIRRO ONDE A PESQUISA ACONTECEU. A ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES OCORREU POR MEIO DA SELEÇÃO DE FRAGMENTOS, TANTO DOS MATERIAIS PRODUZIDOS NAS OFICINAS ESTÉTICAS (TRANSCRIÇÕES DO ÁUDIO DOS ENCONTROS E FOTOGRAFIAS PRODUZIDAS PELOS PARTICIPANTES), QUANTO PELOS RELATOS EM DIÁRIO DE CAMPO; ESTES FRAGMENTOS FORAM ANALISADOS NA FORMA DE EXCERTOS. BUSCOU-SE FORMULAR A ANÁLISE DESSES FRAGMENTOS COMPONDO-OS COMO UMA MONTAGEM, FAVOR
e o texto completo pode ser baixado em:
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/123060
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Artigo publicado por Mariá Boeira Lodetti, Yasmin Sauer Machado, Kátia Maheirie, Flora Lorena Branco Muller e Caio Cezar Nascimento tem o seguinte resumo:
Este trabalho compartilha a experiência de uma oficina realizada com jovens, em um Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) da cidade de Florianópolis (Brasil), durante o ano de 2013. As oficinas tiveram como foco a linguagem fotográfica, a qual pôde fazer-se mediadora dos processos de significação e ressignificação dos sujeitos em relação ao território. As oficinas envolveram a apropriação de técnicas fotográficas e a discussão de questões ligadas à relação dos participantes com o território. As informações, examinadas por meio da análise de conteúdo, foram produzidas via observações registradas em diário de campo, material publicado em redes sociais e entrevistas com os sujeitos ao fim dos encontros da oficina. Os resultados apontam que a linguagem fotográfica se coloca como mediadora na criação de espaços de reflexão acerca de si e de seu contexto, estabelecendo relações capazes de aumentar suas potências de vida e de ampliação de perspectivas de futuro.
O texto completo do artigo pode ser acessado no site da revista: link
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