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Lançamento do livro “Crítica y creación en la investigación social y humanística”

Convidamos todas/os/es a conferirem o mais novo lançamento do livro “Crítica y creación en la investigación social y humanística”, organizado por Andrea Vieira Zanella; Sigifredo Esquivel Marin; e Ernesto Menchaca Arredondo, publicado pela Pedro e João editores.
Há diversos capítulos produzidos por integrantes do NUPRA, confere abaixo a apresentação e o sumário do livro!
Também deixamos disponível para o download: Crítica y creación en la investigación social y humanísticaEste libro reúne relatos de 13 investigaciones desarrolladas en una perspectiva crítica en Brasil y México que, desde distintos enfoques, buscan comprender algunas de las tensiones y transformaciones que comprometen la investigación social y humanística. Organizado en dos grandes bloques temáticos – Arte y resistencias inventivas y Educación, política y violencia: algunos desafíos contemporáneos – los capítulos ofrecen espacios de reflexión crítica e interpretativa de procesos comunitarios y en las ciudades, en una reivindicación de los ámbitos de autonomía, experiencias y memoria de los pueblos.
SumárioArte y resistencias inventivas
Capítulo 1. Teatro contemporáneo y posdrama: dispositivos agenciamentos de la sensibilidad – Sigifredo Esquivel Marin Paola Reyes
Capítulo 2. Estéticas feministas e interseccionalidade no Teatro das Oprimidas – Adriana Ribeiro Andréa Vieira Zanella
Capítulo 3. El teatro político y arquetipico en la contemporaneidad – Sigifredo Esquivel Marin Ernesto Salinas Martínez
Capítulo 4. Milonga na Praça: Dança, Cidade e Política – Marina Lemos Carcereri Mano Andréa Vieira Zanella
Capítulo 5. A emergência de sujeitos políticos na experiência estética: poesia Slam e subjetivação política – Olga Maria Hawes Kátia Maheirie
Capítulo 6. Fabulações e tecituras de resistência e cuidado: narrativas de mulheres racializadas em territórios urbanos ancestrais – Marilu Goulart Jaqueline Titoni
Capítulo 7. El Congreso Nacional Indígena (CNI): Espacio de resistencia e impulso de autonomías desde los pueblos originarios – Vladimir Viramontes Cabrera Silvana Andrea Figueroa DelgadoEducación, política y violencia: algunos desafíos contemporáneos
Capítulo 8. Educação e produção de memórias: sujeitos e(m) territórios – Neiva de Assis Jade Mazza Kastrup Carneiro Rehen
Capítulo 9. Educación Inicial y precariedad laboral. Una tarea pendiente en México – Laura Abigail Valle Domínguez Alejandra Torres León
Capítulo 10. Reproducción de la violencia escolar en la estructura rural en adolescentes: un estudio de caso – Gloria Angélica Venegas Guevara Norma Ávila Báez
Capítulo 11. Cartografías del miedo: violencia criminal y producción simbólica del espacio social – KarenVictoria González Llamas Ernesto Menchaca Arredondo
Capítulo 12. Afetividade, Extremismos Políticos e Psicologia Social: uma Análise dos afetos que mobilizam e são mobilizados pela extrema direita – Lia Vainer Schucman Tatiana Minchoni Andre Luiz Strappazzon Iacã Machado Macerata
Capítulo 13. Conservadurismo frente a Marea Verde en Sonora: una mirada desde las redes sociales digitales – Rosamaría Colorado Quiroz Jesús Moya Vela -
Artigo publicado: “E o que os afetos têm a ver com a política?”
É com muito orgulho que divulgamos que no mês de novembro foi publicado no Le Monde Diplomatique Brasil o artigo “E o que os afetos têm a ver com a política?” fruto da pesquisa do NUPRA sobre afetividade, extremismos políticos e psicologia social. A pesquisa foi realizada durante os últimos três anos pelos professores coordenadores Lia Vainer Schucman, André Strapazzon e Tatiana Minchoni, e por Enzo Alexandre Odorizzi, Felipe Valente Antonakopoulos, Heloísa Petry, Leticia Silveira Correa, Maria Eduarda das Chagas, Matheus Manfroi Tanaka, Pedro Henrique de Melo e Silva e Victoria Imhof Correa.
Confira um trecho do artigo:
“O ressentimento, talvez o afeto político mais visível do nosso tempo, apareceu em falas que revelam como a impotência é convertida em acusação. “A aldeia do lado pode fazer picada e demarcar terra porque é de indígena. A gente, que é caboclo, não pode nada. Eles ganham tudo”, dizia uma mulher ribeirinha do Amazonas. A frase mostra o mecanismo típico do ressentimento: a dor se desloca para o outro mais próximo. A culpa pela perda não recai sobre o sistema econômico, o Estado ou as políticas neoliberais, mas sobre quem está ao lado: o negro, a mulher, o indígena, o LGBTQIA+, o “esquerdista”. As políticas de reconhecimento e inclusão aparecem como causa da própria exclusão. A lógica é perversa: o outro que conquista um direito se torna responsável por qualquer falta que se apresente em meu cotidiano.”
Leia na íntegra: https://diplomatique.org.br/e-o-que-os-afetos-tem-a-ver-com-a-politica/
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XVI Seminário da Ênfase Processos Comunitário e Ações Coletivas
Convidamos a comunidade universitária e demais interessados, comunidade externa, família e amigos, para apreciar o XVI Seminário da Ênfase Processos Comunitário e Ações Coletivas, apresentação das/os estudantes que estão finalizando a atividade de estágio na ênfase D.
“O sujeito é um corpo em relação, que se constrói no coletivo”
(Pereira & Sawaia, 2020)

Link para inscrição através do formulário: aqui!
Segue em anexo a programação dos três dias de seminário:

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Seminário: Letalidade Branca e Racismo Anti-Indígena no Brasil com Prof. Dr. Felipe Tuxá

Com alegria anunciamos que vamos receber o Prof Dr. Felipe Tuxá, para o Seminário Letalidade Branca e Racismo Anti-Indígena no Brasil
Felipe Tuxá é professor de Antropologia na Universidade Federal da Bahia (UFBA), indígena do povo Tuxá de Rodelas (BA), que tem se dedicado a temas como violência anti-indígena e violação de direitos indígenas, agenciamentos indígenas na luta pela terra e territórios, regimes de conhecimentos e epistemologias indígenas, políticas afirmativas, indigenismo e protagonismo indígena, educação para as relações étnico-raciais e estudos e políticas de enunciação do genocídio indígena. Um importante trabalho que ele desenvolve, tem a ver com o conceito de Letalidade Branca para pensar as relações do Estado com os povos indígenas. Consideramos que seu debate é fundamental para ampliarmos os estudos antirracistas e interdisciplinares frente às demandas dos povos indígenas.
Esse evento é uma realização do Núcleo de Práticas Sociais, Estética e Política (NUPRA) em conjunto com o Programa de Pós-graduação em Psicologia (PPGP) da UFSC e tem o apoio do CFH, da Cátedra Antonieta de Barros, do Projeto Escuta Bem Viver e do Aya, Laboratório de estudos Pós-coloniais e Decoloniais.
Seminário “Letalidade Branca e Racismo Anti Indígena no Brasil”
Data: 31/10, ás 9h
Local: auditório da Biblioteca Central (BU) do campus Trindade da UFSCInscrições: AQUI
Haverá emissão de certificados!Nos acompanhe em: instagram.com/nupra.ufsc
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Seminário Povos Indígenas e a Luta Antirracista – Implicações para a Psicologia Latinoamericana
Com muita alegria anunciamos a programação completa do I Seminário Povos Indígenas e a Luta Antirracista – Implicações para a Psicologia Latinoamericana, que acontecerá nos dias 23 e 24 de outubro de 2023, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).As inscrições podem ser feitas no link: https://inscricoes.ufsc.br/seminarionupra2023



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Arte en tiempos de pandemia: tragedia y procesos de subjetivación

O capítulo de livro intitulado: “’Arte en tiempos de pandemia: tragedia y procesos de subjetivación” de autoria de Andrea Vieira Zanella foi publicado no livro “La Pandemia del Capitalismo: Sujetos sociales y salud mental”.
O livro completo para download gratuito pode ser feito no: Link para download
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Mérito e mito da democracia racial: uma condição de (sobre)vivência da supremacia branca à brasileira

Artigo publicado por Willamys da Costa Melo e Lia Vainer Schucman na revista Espaço Acadêmico tem o seguinte resumo:
A proposta deste ensaio é compreender quais os mecanismos ideológicos que alicerçam a supremacia branca à brasileira. Tem-se como hipótese central que tanto a ideia de mérito como o mito da democracia racial difundidos no tecido social brasileiro sustentam as relações de poder que possibilitam a existência da supremacia branca nas particularidades brasileiras sem que esta seja reconhecida como tal. Para esta argumentação, a construção social da ideia de mérito é apresentada e, posteriormente, são traçadas breves reflexões acerca de como a supremacia branca à brasileira se sustenta através do ideal de igualdade de oportunidades disseminado através do mito da democracia racial ainda vigente em nossa sociedade.
O texto completo do artigo pode ser acessado no site da revista: https://periodicos.uem.br/ojs/index.php/EspacoAcademico/article/view/59991
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JOVENS EM VULNERABILIDADES PSICOSSOCIAIS: GRUPO COMO LUGAR DE ACOLHIMENTO E SUBJETIVAÇÃO POLÍTICA

Artigo publicado por Marcela Andrade Gomes, Kátia Maheirie e Bruna Corrêa na revista Psicologia em Estudo tem o seguinte resumo:
Este artigo visa relatar uma experiência de estágio realizado em um Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) junto a jovens de periferias da cidade de Florianópolis (SC), de modo a problematizar as possibilidades e desafios do uso do dispositivo grupal como instrumento de intervenção psicossocial. Este serviço, vinculado à Proteção Social Básica da Política Nacional de Assistência Social (PNAS), tem como objetivo prevenir as situações de riscos e vulnerabilidades, bem como fortalecer os laços familiares e comunitários. Por meio da intervenção grupal, buscamos, junto com estes(as) jovens, criar um espaço de elaboração psíquica e política sobre temas significativos para suas vidas e para a atual sociedade. Apostamos na ideia de que as oficinas propiciaram a construção de um espaço coletivo que servisse de acolhimento ao sofrimento ético-político destes(as) jovens, subsidiando um afago às dores da vida e, também, servindo de catalisador aos processos de subjetivação política frente às iniquidades sociais que atravessam, sistematicamente, o cotidiano destes(as) jovens. Neste trabalho, trazemos reflexões em torno das potencialidades que o dispositivo grupal pode desencadear na constituição do sujeito, compreendendo-o como uma profícua ferramenta de intervenção psicossocial de escuta, acolhimento, fortalecimento comunitário e protagonismo político.
O texto completo do artigo pode ser acessado no site da revista: https://www.scielo.br/j/pe/a/W7QtDsWyWXJcygBQdR9xkRP/
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Mediação audiovisual e território: Cenas migrantes em um percurso de formação

Artigo publicado por Allan Henrique Gomes e Kátia Maheirie na revista Psicologia Política tem o seguinte resumo:
Este artigo apresenta os resultados de um encontro de pesquisa- -intervenção com trabalhadoras do Sistema Único de Assistência Social, participantes de um percurso de formação com ênfase na mediação audiovisual. A audiência e discussão de um documentário tematizando a cidade-território de atuação das trabalhadoras possibilitou uma análise inspirada nos pressupostos de Lev Vigotski e Jacques Rancière. Em termos de resultados, pode-se destacar que o encontro em análise está ligado aos encontros anteriormente produzidos no percurso formativo. O que se destaca deste quinto encontro de mediação audiovisual é processo denominado de “desinformação”, que significa decompor o documentário na discussão desde as afetações e experiências das participantes espectadoras, especialmente, as vivências de migração. Neste sentido, o artigo tensiona questões raciais na produção da memória da cidade. Por fim, considera-se que a mediação audiovisual mobilizou um processo de significação da cidade e reflexões sobre questões históricas e territoriais.
O texto completo do artigo pode ser acessado no site da revista: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1519-549X2021000100015
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Psicologia nos CRAS: uma análise do dissenso e dos processos de coletivização.

Artigo publicado por Kátia Maheirie, Paulo Ricardo de Araújo Miranda, Bader Burihan Sawaia e Lupicinio Iñiguez-Rueda na revista Psicologia e Sociedade tem o seguinte resumo:
Este estudo analisa os processos de criação e autoria nas práticas acadêmicas de estudantes de graduação. Delineado no formato de pesquisa-intervenção, o estudo foi desenvolvido a partir de oficinas de leitura e escrita realizadas com estudantes de duas universidades federais brasileiras. As falas e textos produzidos pelos/as estudantes foram analisados discursivamente a partir de fundamentos de Bakhtin e de Vygotski e revelaram que o exercício de apropriação de novos modos de escrita é significado como um risco pelos/as discentes, que produzem seus textos responsivamente às práticas avaliativas. Indicam também que eles/as parecem desconhecer a dimensão criativa de suas produções, limitando a criação acadêmica à repetição de conceitos, restrições de formato e citações. Por outro lado, a escrita ganha traços de autoria e criação quando o conteúdo estudado é articulado às suas experiências e contextos sociais.
O texto completo do artigo pode ser acessado no site da revista: https://www.scielo.br/j/pee/a/DfRZcGPn9F5RQYDqTcVn7BP/