Diferentes olhares: um “tour” com crianças pelo centro histórico da cidade

13/05/2021 15:20

A dissertação de Mestrado de autoria de Rafaela Tzelikis Mund e orientada pela Professora Andréa Vieira Zanella foi defendidada no ano de 2012 e tem o seguinte resumo:

A cidade é local em que diversos tempos se inscrevem e contam histórias de sua ocupação e da diversidade que a conota. O centro histórico por sua vez é local onde esses variados tempos se evidenciam, pois apresenta elementos possíveis de serem vistos, lidos, sentidos, aspectos de sua história, daquilo que o constituiu e constitui, e que estão presentes nos cotidianos atuais de quem transita pelo local. Na condição de professora de crianças, com idades entre 7 e 9 anos, organizei um “tour” com elas pelo centro histórico, a fim de que explorassem o local, neste evento cada uma de posse de uma câmera digital, pôde olhar e fotografar o que viu, escolhendo três, das muitas fotografias produzidas, para apresentar ao grupo de colegas e a professora. As fotografias escolhidas por elas e os discursos – que foram registrados por mim em meu caderno de grupo – que emergiram durante o transitar, bem como os enunciados durante a aula de apresentação das imagens, foram documentos utilizados na pesquisa que objetivou analisar os diferentes olhares das crianças sobre o centro histórico da cidade. Optei por não deter as análises sobre cada imagem fotográfica em particular: analisarei os aspectos de um modo geral a partir das suas similaridades, em categorias que foram organizadas a partir de diferentes temas como: o religioso, os animais, as vistas da cidade, os pontos turísticos, as armas e a natureza. As análises desses documentos fundamentaram-se nas contribuições de autores como Lev Semenovitch Vigotski e do Círculo de Bakhtin, que possibilitaram entender as condições culturais, sociais e históricas das crianças e da professora e as relações estabelecidas entre elas e os diferentes contextos observados e vivenciados. Através de conceitos como: olhar estético, experiência, dialogia, discursos, dentre outros, foi possível perceber o lugar da fotografia como instrumento de produção de memórias, imaginação e, portanto, criação de novos e outros sentidos, fundamental à mudança nos olhares e modos de agir no mundo, com os outros.

e o texto completo pode ser baixado em:

http://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/103442

Tags: cidadecriançafotografiaolharRafaela Tzelikis Mund

A cidade em foco: olhares a partir do bairro Chico Mendes

13/05/2021 15:16

A dissertação de Mestrado de autoria de Flora Lorena Branco Muller e orientada pela Professora Kátia Maheirie foi defendidada no ano de 2013 e tem o seguinte resumo:

ESTA PESQUISA TEVE COMO OBJETIVO INVESTIGAR A RELAÇÃO DE MORADORES DE UM BAIRRO DA PERIFERIA DE FLORIANÓPOLIS COM ESTA CIDADE. ESTE TRABALHO ESTÁ ANCORADO NA PERSPECTIVA DA PESQUISA-INTERVENÇÃO, SOB A ÓTICA DA PSICOLOGIA SÓCIO-HISTÓRICA. A CIDADE É AQUI ENFRENTADA COMO LUGAR DE CONTRADIÇÕES, ONDE CIRCULAM OS DIVERSOS BENS CULTURAIS E MATERIAIS PRODUZIDOS PELA HUMANIDADE, MAS, CONCOMITANTEMENTE, A URBE TAMBÉM É O LOCAL ONDE AS DESIGUALDADES SOCIAIS FICAM EVIDENCIADAS. PARA O PROCESSO DE PRODUÇÃO DE INFORMAÇÕES FORAM REALIZADOS ENCONTROS SEMANAIS, TAMBÉM CHAMADOS DE OFICINAS ESTÉTICAS, NUMA ONG DO BAIRRO ONDE A PESQUISA ACONTECEU. A ANÁLISE DAS INFORMAÇÕES OCORREU POR MEIO DA SELEÇÃO DE FRAGMENTOS, TANTO DOS MATERIAIS PRODUZIDOS NAS OFICINAS ESTÉTICAS (TRANSCRIÇÕES DO ÁUDIO DOS ENCONTROS E FOTOGRAFIAS PRODUZIDAS PELOS PARTICIPANTES), QUANTO PELOS RELATOS EM DIÁRIO DE CAMPO; ESTES FRAGMENTOS FORAM ANALISADOS NA FORMA DE EXCERTOS. BUSCOU-SE FORMULAR A ANÁLISE DESSES FRAGMENTOS COMPONDO-OS COMO UMA MONTAGEM, FAVOR

e o texto completo pode ser baixado em:

https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/123060

Tags: cidadediscursosFlora Lorena Branco Mullerfotografiaperiferia

ESTUDANTES FOTOGRAFANDO A/NA UNIVERS/CIDADE: DIÁLOGOS COM ESPAÇOTEMPOS NA VIDA ACADÊMICA

13/05/2021 12:54

A tese de Doutorado de autoria de Jardel Pelissari Machado e orientada pela Professora Andréa Vieira Zanella foi defendidada no ano de 2019 e tem o seguinte resumo:

A UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ (UFPR) CONSTITUIU-SE HISTORICAMENTE DE FORMA FRAGMENTADA EM DIVERSOS COMPLEXOS DE EDIFÍCIOS ESPALHADOS E QUE COMPÕEM A CIDADE DE CURITIBA, CONDIÇÃO PELA QUAL, NESTA TESE, SEJA CONCEBIDA COMO UMA UNIVERS/CIDADE, DEVIDO A SEU TAMANHO, TÃO GRANDE QUANTO UMA CIDADE, E TAMBÉM POR COMPOR A CIDADE NA QUAL ESTÁ LOCALIZADA. ESSA CONDIÇÃO ESPAÇOTEMPORAL DA UFPR FAZ COM QUE A VIDA ESTUDANTIL NA INSTITUIÇÃO ESTEJA EM CONSTANTE RELAÇÃO COM AS ROTINAS DA CIDADE DEVIDO À NECESSIDADE DE DESLOCAMENTOS CONSTANTES ENTRE DIFERENTES ESPAÇOS QUE A COMPÕEM. COM BASE NA COMPREENSÃO DE QUE OS ESPAÇOTEMPOS SÃO PRODUÇÕES HUMANAS, HISTÓRICAS E SOCIAIS, NÃO SENDO CATEGORIAS NEUTRAS, MAS CONSTITUINDO AS CONDIÇÕES E POSSIBILIDADES AOS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADES, PASSOU-SE A INDAGAR SOBRE OS EFEITOS DESSA CONFIGURAÇÃO ÀS/AOS ESTUDANTES QUE TEM SUAS FORMAÇÕES ACADÊMICAS E PROFISSIONAIS NESSA INSTITUIÇÃO. ASSIM, COM BASE NA FILOSOFIA DA LINGUAGEM DO CÍRCULO DE BAKHTIN E NA TEORIA CRÍTICA DA ESCOLA DE FRANKFURT, FOI REALIZADA UMA PESQUISA DE CARÁTER INTERVENTIVO QUE TEVE POR OBJETIVO INVESTIGAR OS DIÁLOGOS QUE AS/OS ESTUDANTES TECEM EM SEUS COTIDIANOS NA E PARA COM A UNIVERS/CIDADE. PARA TAL, REALIZAMOS OFICINAS DE FOTOGRAFIA MOBILE COM DOIS GRUPOS DE OITO ESTUDANTES, TOTALIZANDO 16 PARTICIPANTES, DE DIFERENTES CURSOS DE GRADUAÇÃO. AS OFICINAS TIVERAM DURAÇÃO DE OITO SEMANAS, NAS QUAIS FORAM REALIZADOS: A) ENCONTROS EM GRUPO COM DISCUSSÕES: ROTINAS NA UNIVERSIDADE E NA CIDADE; O OLHAR E SUA CONSTITUIÇÃO; O QUE É OU NÃO VISÍVEL EM NOSSOS COTIDIANOS; A PRODUÇÃO DE FOTOGRAFIAS COMO REALIZAÇÃO DE UM SUJEITO QUE REGISTRA SUA FORMA DE VER O MUNDO; B) DERIVAS PELOS ESPAÇOS DA UNIVERS/CIDADE; C) PRODUÇÃO E LEITURAS DE FOTOGRAFIAS; D) ORGANIZAÇÃO E MONTAGEM DE EXPOSIÇÕES. AS OFICINAS PRODUZIRAM, COMO RESULTADOS, UMA SÉRIE DE MATERIAIS QUE FORAM ANALISADOS: FOTOGRAFIAS, TRANSCRIÇÕES DE DIÁLOGOS E DISCUSSÕES EM GRUPOS E DIÁRIOS DE CAMPO DO PESQUISADOR. ENQUANTO PESQUISA DE CARÁTER INTERVENTIVO, AINDA COMO RESULTADOS, PROPORCIONARAM ÀS/AOS PARTICIPANTES A POSSIBILIDADE DE REFLEXÃO E CONSTITUIÇÃO DE NOVOS SENTIDOS SOBRE SEUS OLHARES, ASSIM COMO SOBRE OLHARES DAS/OS OUTROS, AOS ESPAÇOTEMPOS EM SEUS COTIDIANOS, ASSIM COMO A CONSTITUIÇÃO DE NOVOS LUGARES ENUNCIATIVOS/SUBJETIVOS EM SUAS VIDAS ACADÊMICAS. COM BASE NESSE MATERIAL FORAM PRODUZIDOS CINCO ARTIGOS, QUE COMPÕEM A TOTALIDADE DESTA TESE, NOS QUAIS SE DISCUTE: OS PROCESSOS HISTÓRICOS DE CONSTITUIÇÃO DOS ESPAÇOTEMPOS NA/DA UFPR E AS MARCAS DO TEMPO QUE ESTÃO NO ESPAÇO, ASSIM COMO AS CONDIÇÕES E POSSIBILIDADES À VIDA ESTUDANTIL; A CONCEPÇÃO DA FOTOGRAFIA COMO LINGUAGEM, DIALÓGICA E VALORADA, E COMO ENUNCIADO, PRODUÇÃO RESPONSIVA E RESPONSÁVEL DE UM SUJEITO NA DIALOGIA DA COMUNICAÇÃO HUMANA; POSICIONAMENTOS DAS/OS ESTUDANTES FRENTE ÀS VOZES QUE ORGANIZAM OS ESPAÇOTEMPOS DA/NA CIDADE E DA/NA UNIVERSIDADE, SUA NÃO HOMOGENEIDADE E LINEARIDADE E OS PROCESSOS DE PRODUÇÃO DE SUBJETIVIDADES NA UNIVERS/CIDADE; ASPECTOS INVISIBILIZADOS OU SILENCIADOS NA VIDA ESTUDANTIL E QUE EMERGEM COMO EXPRESSÕES DE SOFRIMENTO MARCADAS PELAS E NAS POSSIBILIDADES LER/COMPREENDER SUAS RELAÇÕES COM OS ESPAÇOTEMPOS UNIVERSITÁRIOS; E O CARÁTER INTERVENTIVO E DIALÓGICO DO PROCESSO DE PESQUISA, O PAPEL DO PESQUISADOR NA CONSTITUIÇÃO DE NOVOS CENÁRIOS E SEUS EFEITOS ÀS/AOS PARTICIPANTES DA PESQUISA. OS RESULTADOS E DISCUSSÕES SINALIZAM PARA A NECESSIDADE DE APROFUNDAMENTO DE DISCUSSÕES SOBRE A VIDA ESTUDANTIL NAS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS, PODENDO CONTRIBUIR COM NOVOS ESTUDOS, ASSIM COMO PARA COM PROFISSIONAIS E GESTORES DA ÁREA NA ELABORAÇÃO DE POLÍTICAS QUE POSSAM PROPORCIONAR MELHORES CONDIÇÕES DE PERMANÊNCIA ÀS/AOS ESTUDANTES NAS INSTITUIÇÕES.

e o texto completo pode ser baixado em:

https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=7661801

Tags: cidadeensino superiorespaço e tempofotografiaJardel Pelissari Machadoprodução de subjetividade

Olhos Abertos para Ouvir, Sentir, Pensar: crianças com deficiência visual fotografando a cidade

13/05/2021 11:46

A tese de Doutorado de autoria de Laura Kemp De Mattos e orientada pela Professora Andréa Vieira Zanella foi defendidada no ano de 2015 e tem o seguinte resumo:

ESTA TESE NARRA DIFERENTES VIVÊNCIAS EM VARIADOS LUGARES. TRATA-SE DE UMA INVESTIGAÇÃO SOBRE O PROCESSO DE CONSTITUIÇÃO DE OLHARES DE CINCO CRIANÇAS/JOVENS COM DEFICIÊNCIA VISUAL, COM IDADES ENTRE 07 A 14 ANOS. COMO FERRAMENTA PARA PRODUÇÃO DE INFORMAÇÃO, FORAM CRIADAS NARRATIVAS FOTOGRÁFICAS E AUDIOVISUAIS EM DISTINTOS ESPAÇOS DA CIDADE POR ELAS ESCOLHIDOS. NA TRAMA DESTA IDEIA, DESENVOLVEU-SE AO LONGO DO PERCURSO VÁRIOS OLHARES; DOS SUJEITOS COM QUEM SE PESQUISOU, DA PESQUISADORA E DE MUITOS OUTROS QUE DIRETA OU INDIRETAMENTE PARTICIPARAM DA INVESTIGAÇÃO. OS CAPÍTULOS RELATAM ENCONTROS COM A CEGUEIRA, EM DIÁLOGO COM AS VEREDAS DO PROCESSO DE CRIAÇÃO DA PESQUISA: EXPERIÊNCIAS COM O GRUPO DE CRIANÇAS/JOVENS EM FLORIANÓPOLIS EM UMA OFICINA SOBRE FOTOGRAFIA E CIDADES; COM CADA CRIANÇA/JOVEM PARA A PRODUÇÃO E LEITURA DAS SUAS NARRATIVAS; E INCURSÕES COM EVGEN BAVCAR EM PAÍSES ESTRANGEIROS. COM OS RESULTADOS, CONSTATOU-SE QUE A PRODUÇÃO DAS NARRATIVAS CONTRIBUIU PARA AMPLIAR E CONSTITUIR OLHARES DAS CRIANÇAS/JOVENS

e o texto completo pode ser baixado em:

https://sucupira.capes.gov.br/sucupira/public/consultas/coleta/trabalhoConclusao/viewTrabalhoConclusao.jsf?popup=true&id_trabalho=2358101

Tags: deficiência visualfotografiaLaura Kemp De Mattosnarrativaolharvivência

(In)visibilizados e (in)dizíveis da/na vida estudantil na univers/cidade

13/05/2021 11:19

Artigo publicado por Jardel Pelissari Machado e Andrea Vieira Zanella na revista Revista Internacional de Educação Superior tem o seguinte resumo:

Este texto tem por objetivo analisar enunciados verbais e imagéticos, respostas de estudantes às vozes sociais que produzem os espaçotempos, condições e possibilidades da/na vida acadêmica universitária e que expressam alguma forma de sofrimento. Esses enunciados, diálogos (transcritos) e fotografias, foram produzidos no contexto de Oficinas de Fotografia, que compuseram uma pesquisa-intervenção de doutorado em psicologia, por estudantes de graduação (num total de 16 participantes) de uma universidade federal brasileira. Discutimos sobre esses enunciados como produto/reflexo de exclusão no contexto acadêmico universitário que é, na maioria das vezes, silenciado e invisibilizado em meio a lógicas de produtividade, custos, rankings, entre outras. Concluímos sobre a necessidade de construção de espaços em que as vozes das/os estudantes possam circular, ser ouvidas/lidas, para que possam auxiliar, de forma efetiva, na construção das universidades e das condições e possibilidades da vida acadêmica.

O texto completo do artigo pode ser acessado no site da revista: link do artigo 

Tags: análise de discursoAndrea Vieira Zanellaestudantesexclusão escolarfotografiaJardel Pelissari Machadouniversidade

Psicologia Social e CRAS: a experiência de uma Oficina de Fotografia como dispositivo ressignificador de sentidos

04/05/2021 18:43

Artigo publicado por Mariá Boeira Lodetti, Yasmin Sauer MachadoKátia Maheirie, Flora Lorena Branco Muller e Caio Cezar Nascimento tem o seguinte resumo:

Este trabalho compartilha a experiência de uma oficina realizada com jovens, em um Centro de Referência em Assistência Social (CRAS) da cidade de Florianópolis (Brasil), durante o ano de 2013. As oficinas tiveram como foco a linguagem fotográfica, a qual pôde fazer-se mediadora dos processos de significação e ressignificação dos sujeitos em relação ao território. As oficinas envolveram a apropriação de técnicas fotográficas e a discussão de questões ligadas à relação dos participantes com o território. As informações, examinadas por meio da análise de conteúdo, foram produzidas via observações registradas em diário de campo, material publicado em redes sociais e entrevistas com os sujeitos ao fim dos encontros da oficina. Os resultados apontam que a linguagem fotográfica se coloca como mediadora na criação de espaços de reflexão acerca de si e de seu contexto, estabelecendo relações capazes de aumentar suas potências de vida e de ampliação de perspectivas de futuro.

O texto completo do artigo pode ser acessado no site da revista: link

Tags: Caio Cezar NascimentoCRASFlora Lorena Branco MullerfotografiaKátia MaheirieMariá Boeira LodettioficinasYasmin Sauer Machado

A imagem e as tensões para outros olhares

04/05/2021 15:31

Artigo publicado por tem o seguinte resumo:

Este trabalho faz parte de uma pesquisa mais ampla, desenvolvida em um município da região metropolitana da cidade de Curitiba, no sul do Brasil. A investigação foi qualitativa com caráter interventivo e participativo, uma vez que os sujeitos atuaram diretamente na criação de estratégias para intervenção no campo cotidiano. Atuamos em um Centro de Referência de Assistência Social – CRAS, com pessoas consideradas em vulnerabilidade social. O projeto foi nomeado Roda de Música e foi realizado por meio de encontros semanais dedicados a um fazer musical coletivo. Neste trabalho apresentamos o uso da imagem como um dos elementos produzidos durante o processo de construção de informações da pesquisa. Utilizamos a imagem como também produtora de discursos, potente na criação de ficções que apontam para construção de outros possíveis, em especial, os modos de olhar, escutar, sentir e pensar o humano, em um determinado contexto.

O texto completo do artigo pode ser acessado no site da revista: link

Tags: Andressa Dias ArndtestéticafotografiaKátia Maheiriepopulações vulneráveis
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